Estive pensando em fazer como Nietzsche: uma poesia por dia. Mas é perceptível para quem visita meu blog que eu não tenho dom para poesias. Então, resolvi continuar digitando minhas bobagens de sempre com gênero indefinido.
Este período que nos cerca (político) aguça ainda mais - ou pelo menos era para aguçar - os critérios de avaliação utilizados para escolher um candidato, no entanto, o que eu vejo é a banalização da razão. Olha, povo, não deixe que a metodologia utilizada pelos grandalhões corrompa suas ideologias. Estas que tanto demoraram para que se fixassem.
É importante que se saiba utilizar de maneira positiva as maravilhas que compõem o todo. Bailemos todos juntos neste momento eleitoral. E que esta "dança coletiva" se estenda por quatro anos. E que não ocasione o arrependimento.

1 comentários:
Il est vrai que nous sommes tous "unique". il est vrai qu'il n'y a eu qu'un seul Nietzsche. Il n'y a qu'une seule Maria Mariana. Cela n'empêche pas de s'inspirer des grands Maitres et tu as eu raison d'essayer. C'est dans l'expérimentation de soi que l'on apprend à situer ses limites.C'est pourquoi, je t'encourage à continuer d'écrire le plus souvent possible car la poésie te tend les bras.
Amicalement,
Roger
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