É muito bom chegar em uma grande loja, roupas espalhadas por todos os lados e, com muito medo, perguntar à uma vendedora: "Moça, tem saia neste modelo tamanho 42?" A vendedora, com um olhar que diz "o que este capeta faz aqui" responde: "O que tem tá aí!" Eu, satisfeita ao extremo com a resposta da vendedora educada, levo a 44 e levo na costureira.
Um pouco mais tarde, dou um pulinho em um supermercado. Pego um carrinho com a roda enguiçada com um talo de couve, faço minha feira e, ao chegar ao caixa, a caixa pergunta: "Meu bem, você lembra o preço do palmito?" Acho que minha resposta foi óbvia o bastante e, por isso, não vou dizer. Continuando o maravilhoso dia de compras, a caixa pediu a um rapaz que trabalha no supermercado para olhar o preço do palmito. Nesta hora eu pensei: "Foi a última vez que compre palmito na minha vida!" Enquando o moço corria atrás do preço, a fila atrás de mim crescia sem correr.
Finalmente o moço chega com o preço. E as compras continuam... Tirei um talão de xeque, mas lembre que se usasse-o, teriam que chamar o genrente. Isso me assustou; já que eu estava apressada. Paguei no dinheiro e fui em uma farmácia que fica no saguão do supermercado.
Chegando lá, perguntei à vendedora: "Tem hidróxido de alumínio?" Ela respondeu que sim e foi atender um outro freguês que chegou depois de mim. Eu, com muita raiva da situação, fui embora.
Fiquei impressionada com tudo isso e me coloquei a pensar. Os atendentes têm culpa, mas não 100%. Aliás, nem 50%. A culpa é dos patrões que não oferece recursos de trabalho suficientes para que seus funcionários tratem-nos como merecemos. O que tenho a dizer é que, hoje pode ser que o número de clientes que compram pensando no atendimento é mínimo. Mas este, tende a crescer. E, a partir de agora estou ajudando este grupo a expandir-se.
Isto pode ser preocupante, empregadores!

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