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sexta-feira, 17 de julho de 2009

(Maria Mariana Mota)
Decisões tomadas à toa transformam-se em consequências irreparáveis. A necessidade que o mundo possui em ver uma única face em cada ser é ridiculamente absurda. O que provoca a impressão de falsidade; sendo que, muitas dessas percepções ignoram ao "observado" .
Todos - sem excessão a ninguém - estamos a todo momento na incrível busca da identidade. O sonho - quase irrealizável - de qualquer pessoa é se conhecer de todo e qualquer modo. Por conta disso, ações banalizadas pela grande parte da sociedade são marginalizadas e viram paradigmas de erro fazendo com que pessoas que possuem um fluxo ético 'diferenciado' sejam colocadas de lado e vistas como formas negativas de exemplos.
O que ninguém leva em consideração com relação a tudo isso é a enorme pressão que coloca na cabeça de quem não tem nas mãos o poder de livre escolha - isso não é errado. Nossos gostos, por exemplo, são ivoluntários. Não decidimos o que vamos gostar. Julgamos, somente.
Taxados de imorais, errôneos e marginais, esse pequeno grupo social é obrigado a ficar isolado e ainda são ridicularizados por este isolamento.
O que é pedido, na verdade, é uma postura social adequada e includente. Aceitando qualquer forma de diferença. Esta, porém, existe devido ao fato citado anteriormente: a busca incessante do auto-conhcimento.

1 comentários:

cairo_ disse...

Ótimo texto meu bem, muito interessante. E concordo com o que foi dito acima.

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