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sábado, 30 de maio de 2009

O que gera o quê?

Se para você, sua única certeza é a morte, não tenho motivos para contestar tal opinião, mas a minha única certeza consiste no fato de que para toda perda, há uma dor. Levando em consideração as circunstâncias reais da falta de aceitação da própria morte.

Perder a confiança, por exemplo, é motivo de dor profunda. E é acerca desta dor que tentarei expor em palavras nas linhas que se seguem.

Não é insistente como essas dores de cabeça que se apropriam da oscilação para que sejam percebidas, nem, tampouco, comparável às incômodas cólicas menstruais. Dessas que vão se apossando de nossas pernas até agarrar-nos pela parte inferior da barriga.

Mas se faz de modo inexplicável e inesquecível. É aquela lembrança que você tenta não lembrar , porém, na tentativa de não recordar, você lembra, e relembra, e relembra de novo... Isso corrói, destrói, sufoca e, certamente, mata.

Que coisa, não?! Há dúvidas relacionadas à própria morte, no entanto, há certezas relacionadas às motivações à tal.

Voltando à martilização, pare para pensar no seguinte: você ouvir da pessoa que você mais ama que não confia mais em você. Isso mesmo! “Eu não confio em você!” E o pior: sem motivo para ter esta ocasião como conseqüência.

Este fato se faz comum na vida de muitas pessoas. Talvez até na sua. É... Na sua mesmo. E, em momento de desespero você se pergunta: “O que eu faço?” Sem resposta alguma, pensamentos frívolos tomam conta de sua mente, agindo por conta própria em prol de você mesmo.

Entretanto, neste exato momento, a divisão é fato comum em suas decisões, ocasionando a desconfiança maior de todos que lhe rodeiam. Causando dores e retornando às lembranças que têm vontade própria, fazendo do espaço psicológico um verdadeiro ciclo interminável.

Cabe a você a função de quebrá-lo! Vá de encontro aos pontos inicialmente mais frágeis, até desfazê-lo por inteiro. Descubra-se!

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